Familia indígena: discrepancia y congruencia entre la ley indígena y las autoridades andinas
Crossref
Resumen
Este artigo parte da lógica de encontrar uma definição clara e adequada para o desenvolvimento da pesquisa social com e para povos indígenas. O objetivo é poder definir a partir das visões indígenas, considerando-as como protagonistas do processo, como se conceitua a família indígena, especificamente dos povos andinos que possuem influências sociais de incanato. Para o desenvolvimento do processo, foi considerada uma análise do discurso prateado no corpo legal que regula a inclusão e participação indígena no Chile, do qual são extraídas as categorias de análise com as quais foram aplicados métodos de coleta de informação aos participantes que fazem parte dos povos aimará, quéchua e lickanantay. Metodologicamente, foi utilizado um modelo de três etapas orientado à descolonização metodológica, utilizando técnicas de análise de conteúdo e análise do discurso. Os resultados das etapas de análise em relação à proposta política e ao conhecimento étnico deram lugar a duas definições de família. Os resultados obtidos foram comparados dando forma à conceituação dos povos andinos, que foi submetida à revisão e validação por uma autoridade ancestral, para poder cumprir com a exigência do modelo metodológico de apresentar o que os participantes realmente querem expressar.
Cómo citar
Carlos Miranda Carvajal, & Natalia Urquieta Urquieta, & María Maldonado Mamani (2025). Familia indígena: discrepancia y congruencia entre la ley indígena y las autoridades andinas. https://doi.org/10.21142/des-1702-2025-0032